Como Escolher o Que Praticar

Precisamos perceber que o Buda ensinou muitos métodos diferentes, muitas práticas diferentes; portanto, não devemos negar nenhum deles. Não devemos dizer: “Esse não é um ensinamento do Buda” ou “Isso não ajuda em nada” ou “Essa prática é inapropriada”. Devemos estar abertos e aceitar todos os ensinamentos do dharma.

Dentro do espectro das práticas budistas, devemos escolher as que nos servem, as que admiramos e aquelas com as quais sentimos alguma conexão, tenham elas um estilo tibetano, Theravada ou Zen. Ou, dentro do budismo tibetano, sejam elas de uma tradição ou de outra, seja Guru Rinpoche ou Tsongkhapa.

Isso não faz diferença. Todas as práticas podem igualmente nos levar à liberação e iluminação. Precisamos encontrar aquela que é mais adequada para nós, que podemos admirar fervorosamente. “Admirar” é uma palavra que também significa “ter uma firme convicção”. Estamos firmemente convictos de que isso nos é adequado. Não devemos nos deixar influenciar pelo que é popular ou pelo que nossos amigos estão fazendo. Devemos estar confiantes daquilo que é adequado para nós, e então praticamos de coração.

Trecho do texto How to Live a Life Dedicated to Practice

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s